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Os mercados globais operam sem direção única, nesta quarta-feira (7), após o fechamento recorde da sessão anterior, enquanto investidores aguardam novos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. O foco recai sobre os números de folhas de pagamento do setor privado da ADP e a pesquisa Jolts, que antecedem o relatório oficial de emprego (payroll) divulgado na sexta-feira (9).
Às 10h15 desta quarta-feira, será divulgado o relatório ADP, que deve mostrar a criação de 47 mil vagas em dezembro, após a eliminação de 32 mil postos no mês anterior. Já às 12h, a pesquisa Jolts deve indicar 7,6 milhões de vagas abertas em novembro.
Os indicadores são acompanhados de perto por influenciarem as expectativas em torno da política monetária do Federal Reserve, o banco central estadunidense, com o mercado precificando dois cortes de juros ao longo do ano.
No cenário internacional, o minério de ferro avançou com força na China após Pequim sinalizar uma flexibilização da política monetária em 2026. Nos EUA, a agenda também inclui a participação da dirigente do Fed Michelle Bowman em evento do setor bancário, às 18h10.
No Brasil, investidores monitoram o fluxo cambial semanal.
Ainda no radar global, a Suprema Corte dos EUA pode divulgar na sexta-feira decisões com impacto relevante, incluindo a legalidade das tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump.
Brasil
O Ibovespa manteve o movimento de alta e encerrou esta terça-feira (6) próximo ao maior nível histórico. O principal índice da B3 avançou 1,11%, aos 163.663,88 pontos, aproximando-se do recorde de fechamento registrado em dezembro de 2024. No câmbio, o dólar à vista recuou 0,47%, cotado a R$ 5,38.
No cenário doméstico, investidores reagiram positivamente aos dados da balança comercial. O Brasil fechou 2025 com superávit de US$ 68,3 bilhões, terceiro melhor resultado da série histórica e acima da projeção oficial do governo, sustentado por exportações recordes e avanço das importações.
Europa
As bolsas europeias operam mistas, com o aumento da apreensão dos investidores devido à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia, após capturar e prender o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
STOXX 600: +0,08%
DAX (Alemanha): +0,53%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,33%
CAC 40 (França): -0,11%
FTSE MIB (Itália): +0,25%
Estados Unidos
Os índices futuros dos EUA operam sem direção únicos, depois de, na terça-feira, as ações de empresas norte-americanas terem subido com os investidores aparentemente ignorando as preocupações com o ataque dos EUA à Venezuela no fim de semana.
Dow Jones Futuro: +0,06%
S&P 500 Futuro: -0,08%
Nasdaq Futuro: -0,20%
Ásia
Os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em baixa, com as ações japonesas, em particular, pressionadas após uma crise diplomática com a China ter resultado na proibição, por Pequim, da exportação de certos bens que podem ser usados para fins militares.
Shanghai SE (China), +0,05%
Nikkei (Japão): -1,06%
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,94%
Nifty 50 (Índia): -0,39%
ASX 200 (Austrália): +0,15%
Petróleo
Os preços do petróleo operam em baixa, depois que Washington tomou medidas para exercer maior controle sobre a indústria petrolífera da Venezuela, com o presidente Donald Trump afirmando que o país entregaria milhões de barris de petróleo bruto aos Estados Unidos.
Petróleo WTI, -1,19%, a US$ 56,45 o barril
Petróleo Brent, -0,82%, a US$ 60,20 o barril
Agenda
Nos EUA, saem os dados de emprego de dezembro da empresa ADP, encomendas à indústria de outubro, o ISM de serviços de dezembro e o relatório de emprego Jolts de novembro.
*Com informações do InfoMoney e Bloomberg
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