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Por Telesur
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, condenou no sábado, 3 de janeiro, o “ataque terrorista criminoso” perpetrado pelo governo Donald Trump contra civis, que deixou mortos e feridos. Ele também exigiu a libertação do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que ele considera sequestrados.
“Condeno veementemente o ataque vil e covarde do inimigo imperial, realizado nas primeiras horas da manhã contra civis inocentes em nosso país”, declarou o procurador-geral.
Saab atribuiu o ataque ao “inimigo imperial”, afirmando que os alertas do presidente Maduro sobre uma possível ameaça dos Estados Unidos se transformaram em “atos sangrentos”. Nesse sentido, ele enfatizou a premeditação e a traição do ataque noturno, planejado para “profanar o povo da Venezuela”.
Como procurador-geral da República e presidente do Poder Cidadão, Saab exigiu não apenas prova de vida para o comandante-em-chefe das Forças Armadas e chefe de Estado, Nicolás Maduro Moros, e para a primeira-dama, Cilia Flores, mas também responsabilizou diretamente o governo dos Estados Unidos por qualquer coisa que pudesse acontecer ao presidente e líder da Revolução Bolivariana.
Nesse contexto, ele lembrou o precedente de 11 de abril de 2002, quando o povo venezuelano, em unidade cívico-militar, conquistou a vitória ao libertar o Presidente Comandante Hugo Chávez Frías de um “sequestro vil”.
Saab apelou à vigilância e mobilização dos cidadãos e funcionários em todas as procuradorias do país, instando-os a denunciar essas “violações massivas dos direitos humanos” ao mundo.
Ele fez um pedido explícito às Nações Unidas e às organizações internacionais de direitos humanos para que se manifestem sobre esses ataques covardes que resultaram na morte de inocentes e continuam a manter o presidente Maduro e sua esposa como reféns, situação já denunciada pela vice-presidente Delcy Rodríguez.
O procurador-geral pediu calma e vigilância nas ruas, alertando contra a “guerra inimiga” que espalha “notícias falsas” para desmoralizar a população. Ele conclamou a população a seguir o espírito de luta dos dias 11, 12 e 13 de abril, demonstrando ao mundo o “heroísmo” legado pelo libertador Simón Bolívar, com a certeza de que a Venezuela prevalecerá.
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