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quarta-feira, 11 fevereiro, 2026
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Índices futuros operam mistos com reunião do Fed e balanços de TI no radar

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Os índices futuros de Wall Street operam sem direção definida nesta terça-feira (27), em um pregão marcado pela cautela antes da decisão de juros do Federal Reserve (o banco central estadunidense), prevista para amanhã, e pela divulgação dos balanços de grandes empresas de tecnologia, que devem testar a sustentabilidade do rali impulsionado pela inteligência artificial (IA).

Nos Estados Unidos, o foco recai sobre o índice de confiança do consumidor, dados de preços de imóveis e o relatório de emprego privado da ADP. No campo corporativo, American Airlines e Boeing divulgam resultados, enquanto a Amazon volta ao centro das atenções com a expectativa de uma nova rodada de demissões ainda nesta semana. O presidente Donald Trump também deve discursar sobre economia e energia, no estado de Iowa.

No Brasil, o mercado se prepara para a chamada “Superquarta”, quando Banco Central do Brasil e Fed anunciam simultaneamente suas decisões de política monetária nesta quarta-feira.

Nesta manhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o IPCA-15 (prévia da inflação) de janeiro, com expectativa de alta de 0,22% no mês e de 4,52% em 12 meses. A pesquisa Focus reforçou o cenário de desinflação gradual, com novas revisões para baixo das expectativas inflacionárias de 2026 e manutenção da projeção da Selic nesta semana.

Entre as empresas, a Vale divulga após o fechamento os dados de produção e vendas do quarto trimestre de 2025, com expectativa de desempenho robusto. No cenário político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca para o Panamá, onde participa do Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe, nos dias 28 e 29 de janeiro.

Brasil

Após cinco sessões consecutivas de alta, o Ibovespa encerrou a segunda-feira (26) em leve queda de 0,08%, aos 178.720 pontos, refletindo a realização natural de lucros depois da maior valorização semanal desde abril de 2020.

O movimento ocorreu em um ambiente de cautela às vésperas da “Superquarta”, quando os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos decidem suas taxas de juros — com expectativa majoritária de manutenção. As decisões serão anunciadas na quarta-feira (28).

No câmbio, o dólar comercial recuou 0,13%, a R$ 5,28, acompanhando a fraqueza global da moeda estadunidense, pressionada pela valorização do iene diante de sinais de possível intervenção do governo japonês. A curva de juros futuros também fechou em queda.

Europa

As bolsas europeias operam em alta, com as atenções voltadas para os resultados corporativos de ASML, Volvo, LVMH e Deutsche Bank, entre outros, nesta semana. Na esfera macro, são aguardados dados de registos de carros novos na União Europeia, dados do desemprego na Espanha e os índices de confiança dos consumidores na França.

STOXX 600: +0,21%
DAX (Alemanha): +0,09%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,21%
CAC 40 (França): +0,06%
FTSE MIB (Itália): +0,46%

Estados Unidos

Além dos resultados corporativos, os agentes acompanham o início da reunião do Federal Reserve, nesta terça-feira, com expectativa de que, amanhã, será anunciada a manutenção da taxa básica de juros na faixa de 3,5% a 3,75%. Eles estarão de olho nas declarações de Jerome Powell, presidente do BC estadunidense, sobre possíveis sinais de quando haverá novos cortes nos juros.

Dow Jones Futuro: -0,11%
S&P 500 Futuro: +0,23%
Nasdaq Futuro: +0,51%

Ásia

As bolsas asiáticas encerraram o pregão de hoje em alta, acompanhando os ganhos de Wall Street. O destaque da sessão foi o Kospi, da Coreia do Sul, que reverteu as perdas e registrou uma alta de 2,73%, liderando os mercados asiáticos e atingindo um recorde histórico de 5.084,85. O indicador subiu mesmo após ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de que pode sobretaxar os produtos importados da Coreia se não for aprovado o acordo entre as duas nações selado no ano passado.

Shanghai SE (China), +0,18%
Nikkei (Japão): +0,85%
Hang Seng Index (Hong Kong): +1,35%
Nifty 50 (Índia): -0,03%
ASX 200 (Austrália): +0,92%

Petróleo

Os preços do petróleo operam em queda, mesmo com uma forte tempestade de inverno afetando a produção de petróleo bruto e as refinarias na costa do Golfo dos EUA.

Petróleo WTI, -0,56%, a US$ 60,29 o barril
Petróleo Brent, -0,67%, a US$ 65,15 o barril

Agenda

Nos EUA, é aguardado também o índice de confiança do consumidor de janeiro.

Por aqui, no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem demonstrado insatisfação com a atuação do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), na relatoria do inquérito que apura irregularidades no Banco Master, segundo relatos feitos à Folha de S.Paulo por auxiliares do Planalto. A apuração revelou que o petista acompanha de perto o andamento da investigação e, nos últimos dias, passou a sinalizar que não pretende assumir a defesa pública do magistrado diante das críticas que cercam o caso.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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