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quarta-feira, 11 fevereiro, 2026
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Índices futuros avançam com balanço da Nvidia no radar; IBC-Br é destaque no Brasil

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A semana começa com altas nos índices futuros de Nova York nesta segunda-feira (17), em meio à expectativa pelo balanço da Nvidia, referência em inteligência artificial, previsto para quarta-feira (19), e pelo relatório de emprego (payroll) de setembro, que sai na quinta-feira (20). Analistas da LSEG estimam avanço de 53,8% no lucro por ação da empresa no terceiro trimestre fiscal.

A divulgação dos indicadores norte-americanos foi retomada após o fim da paralisação (shutdown) do governo estadunidense de 43 dias, o mais longo da história, que interrompeu a publicação de dados como emprego e inflação. Nesta segunda, saem os gastos com construção de agosto, enquanto o payroll volta ao calendário na quinta. Também na quarta, o Federal Reserve, o banco central estadunidense, divulga a ata da última reunião do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) do Fed, que define as taxas de juros.

No Brasil, a semana encurtada pelo feriado do dia 20, Dia da Consciência Negra, tem poucos indicadores relevantes, mas a atenção se volta para possíveis avanços em um acordo comercial com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump anunciar cortes de tarifas sobre alimentos brasileiros na sexta-feira (14). Hoje, o destaque doméstico fica com o IBC-Br, o Boletim Focus e o início das negociações da COP30. Pela manhã, o presidente Lula (PT) entrega o Projeto de Lei do Plano Nacional de Cultura (2025–2035) no Palácio do Planalto.

Brasil

O Ibovespa voltou ao terreno positivo na sexta-feira (14), avançando 0,37% e encerrando aos 157.738 pontos, impulsionado pela forte valorização do petróleo no exterior e pela recuperação dos índices em Wall Street. Na semana, o principal índice da Bolsa brasileira acumulou alta de 2,39%.

O dólar à vista recuou 0,02%, fechando a R$ 5,297. Em cinco sessões, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,73%.

No front corporativo, balanços trimestrais movimentaram o mercado. As ações da MBRF (MBRF3) lideraram os ganhos, com salto superior a 10%. A Braskem (BRKM5) também avançou e voltou a tocar R$ 8 após expectativas de acordo envolvendo bancos, a Novonor e a gestora IG4 Capital para venda do controle da petroquímica.

Europa

Os mercados europeus recuam nesta segunda-feira após uma semana turbulenta e fortes quedas na sexta, em meio a temores de bolha em inteligência artificial e desaceleração global. Investidores também revisam expectativas sobre a política monetária dos EUA após declarações recentes de autoridades do Federal Reserve. Agora, a probabilidade de manutenção dos juros em dezembro é de 56,1%, segundo o CME FedWatch, bem abaixo dos 95% atribuídos a um corte há um mês.

STOXX 600: +0,09%
DAX (Alemanha): +0,15%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,08%
CAC 40 (França): -0,07%
FTSE MIB (Itália): +0,16%

Estados Unidos

Com o fim da paralisação do governo estadunidense, a agenda de divulgação de indicadores macroeconômicos volta ao radar dos investidores. Além disso, também acompanham balanços de gigantes do varejo, como Walmart e Home Depot.

Dow Jones Futuro: +0,23%
S&P 500 Futuro: +0,62%
Nasdaq Futuro: +0,97%

Ásia

As bolsas da Ásia fecharam sem direção única, enquanto os investidores avaliavam o aumento do atrito entre Japão e China, após Pequim ter alertado seus cidadãos sobre planos de viagem e estudo no Japão.

Shanghai SE (China), -0,46%
Nikkei (Japão): -0,10%
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,71%
Nifty 50 (Índia): +0,34%
ASX 200 (Austrália): +0,02%

Petróleo

Os preços do petróleo operam em baixa, após a retomada das atividades em um importante porto russo de Novorossiysk, no Mar Negro. Um ataque ucraniano na semana passada causou alguns danos e a suspensão das operações.

Petróleo WTI, -0,77%, a US$ 59,63 o barril
Petróleo Brent, -0,70%, a US$ 63,94 o barril

Agenda

Agenda internacional esvaziada de indicadores importantes nesta segunda-feira.

Por aqui, no Brasil, mesmo com o Brasil a caminho de uma nova safra recorde de grãos, o arroz vive o oposto – área e produção caem no momento em que o custo de produção supera o preço pago pela saca. O desânimo dos produtores gaúchos mostra o lado menos visível da bonança agrícola. No Rio Grande do Sul, que produz mais de 70% de todo arroz brasileiro, a previsão é de queda de 10% na área plantada.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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