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terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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Futuros recuam na expectativa de mais dados de emprego

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Os índices futuros de Wall Street operam em queda nesta quinta-feira (8), com os investidores à espera do relatório de empregos dos Estados Unidos (payroll), que será divulgado nesta sexta-feira (9). A divulgação de dados recentes do mercado de trabalho pouco alterou as apostas sobre a trajetória dos juros, hoje concentradas na possibilidade de dois cortes pelo Federal Reserve, o banco central estadunidense, ao longo do ano.

A expectativa é de leve recuo da taxa de desemprego para 4,5%, o que reforçaria a avaliação de que não há urgência para uma flexibilização monetária mais agressiva. No curto prazo, o mercado acompanha os pedidos semanais de auxílio-desemprego e a balança comercial norte-americana, além do relatório da ADP, que apontou desaceleração na abertura de vagas no setor privado.

No Brasil, o foco recai sobre a divulgação do IGP-DI de dezembro e dos dados da produção industrial, que devem indicar crescimento moderado, mas com perda de fôlego na comparação anual.

No campo político, aumenta a expectativa em torno de um possível veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da dosimetria, em meio às cerimônias que marcam os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro, em um evento com participação institucional limitada.

Brasil

Ibovespa fechou em queda de 1,03% na quarta-feira (7), aos 161.975 pontos, em um pregão marcado por correção e realização de lucros. O movimento foi liderado pelo recuo em bloco das ações dos setores bancário e elétrico, sem gatilhos domésticos relevantes. O dólar avançou levemente, 0,12%, a R$ 5,38.

No setor financeiro, que acumulou forte valorização no ano passado, Santander Brasil e BTG Pactual caíram cerca de 2%, enquanto Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco recuaram mais de 1%.

Europa

As bolsas europeias operam majoritariamente no negativo, com os agentes temerosos com a ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia, depois de invadir e capturar o líder da Venezuela, Nicolás Maduro.

STOXX 600: -0,10%
DAX (Alemanha): +0,27%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,17%
CAC 40 (França): -0,13%
FTSE MIB (Itália): +0,07%

Estados Unidos

Os índices futuros operam no negativo com os investidores atentos à decisão da Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas impostas durante o governo Trump, marcada para ocorrer amanhã.

Dow Jones Futuro: -0,21%
S&P 500 Futuro: -0,15%
Nasdaq Futuro: -0,26%

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam em baixa, após o fechamento misto de Wall Street, em meio ao aumento das tensões geopolíticas e às declarações do presidente dos EUA, Donald Trump sobre as empresas de defesa. As ações do setor caíram depois que Donald Trump disse que “não permitirá” que elas distribuam dividendos ou recomprem ações até que atendam às suas queixas, incluindo pacotes de remuneração de executivos e problemas de produção.

Shanghai SE (China), -0,07%
Nikkei (Japão): -1,63%
Hang Seng Index (Hong Kong): -1,17%
Nifty 50 (Índia): -0,86%
ASX 200 (Austrália): +0,29%

Petróleo

Os preços do petróleo sobem ligeiramente à medida que os investidores analisavam novas medidas dos EUA para exercer controle sobre a Venezuela, incluindo um plano para gerir indefinidamente as futuras vendas de petróleo bruto e a apreensão de mais dois petroleiros sancionados.

Petróleo WTI, +0,27%, a US$ 56,15 o barril
Petróleo Brent, +0,28%, a US$ 60,13 o barril

Agenda

Nos EUA, saem os dados do auxílio-desemprego semanal e a balança comercial.

Por aqui, no Brasil, organizações ambientais e movimentos sociais protocolaram pedido de tutela antecipada junto a um processo aberto na Justiça Federal do Amapá, que pede a anulação da licença para as atividades de perfuração, pela Petrobras, de poços de petróleo no bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, a 175 quilômetros da costa do Amapá. O pedido é de suspensão imediata das atividades da Petrobras, principalmente após o vazamento, no domingo (4) de fluido de perfuração durante a exploração do poço de Morpho.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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