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quarta-feira, 5 agosto, 2026
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Tempo seco: veja seis cuidados para reduzir os efeitos da baixa umidade

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Períodos de baixa umidade do ar exigem atenção redobrada, especialmente durante o inverno. Em diferentes regiões do Brasil, como o interior do Sudeste, Centro-Oeste, parte do Nordeste e da Região Norte, os índices podem cair bastante e provocar desconfortos e agravar problemas respiratórios.

O ar seco pode afetar diretamente as mucosas do nariz e das vias respiratórias, além de ressecar a pele. Pessoas com asma, bronquite, rinite e sinusite podem sentir os sintomas de forma mais intensa.

Quando a umidade diminui, a mucosa respiratória perde parte da hidratação e os mecanismos naturais de proteção do nariz ficam prejudicados. Isso pode facilitar a irritação das vias aéreas e favorecer crises alérgicas e infecções respiratórias.

A baixa umidade também pode provocar sangramentos nasais. Em dias de sol intenso e calor, a pele é outra região que merece cuidados, principalmente com hidratação e proteção adequada.

Quando a umidade é considerada baixa?

Segundo a classificação utilizada pela Defesa Civil, índices entre 20% e 30% colocam a população em estado de atenção. Entre 12% e 20%, a situação é considerada de alerta. Quando a umidade fica abaixo de 12%, é classificada como estado de emergência.

Por isso, alguns cuidados simples podem ajudar a diminuir os efeitos do tempo seco.

1. Beba bastante água

A hidratação é uma das principais formas de proteger o organismo durante períodos de baixa umidade. A recomendação é consumir líquidos regularmente ao longo do dia, mesmo sem sentir sede.

Água, sucos naturais e água de coco também podem contribuir para a reposição de líquidos. Uma alimentação equilibrada ajuda ainda a repor nutrientes e minerais perdidos pelo organismo.

Tempo seco: veja seis cuidados para reduzir os efeitos da baixa umidade
Tempo seco: veja seis cuidados para reduzir os efeitos da baixa umidade. (Foto: Agência Brasil)

2. Evite exercícios nos horários mais quentes

Atividades físicas ao ar livre devem ser evitadas, principalmente entre 10h e 16h, quando o calor e a baixa umidade podem aumentar o desgaste do organismo.

Quem precisar se exercitar nesses períodos deve dar preferência a ambientes protegidos e manter uma hidratação adequada.

3. Mantenha os ambientes arejados

Apesar do tempo seco, é importante permitir a circulação de ar nos ambientes fechados. Em locais muito secos, vaporizadores ou recipientes com água podem ajudar a aumentar a umidade.

A medida, no entanto, deve ser acompanhada de cuidados com a limpeza para evitar o acúmulo de mofo e a proliferação de microrganismos.

4. Reduza o acúmulo de poeira

Tapetes, cortinas, móveis e outros objetos podem acumular poeira e agravar sintomas de alergias e doenças respiratórias.

Por isso, é importante manter a casa limpa, lavar tapetes e cortinas com frequência e aspirar os locais onde partículas podem se acumular.

5. Lave as roupas de inverno antes de usá-las

Peças que permanecem guardadas por meses podem acumular poeira, fungos e mofo. Antes de voltar a usar casacos, cobertores e outras roupas de inverno, o ideal é lavá-los e deixá-los completamente secos.

A precaução é especialmente importante para pessoas que têm alergias ou doenças respiratórias.

6. Tenha atenção especial com crianças e idosos

Crianças e idosos estão entre os grupos que podem sofrer mais com os efeitos da baixa umidade. Por isso, é importante acompanhar a ingestão de líquidos e observar sinais de desconforto.

Além da água, sucos naturais e água de coco podem fazer parte da hidratação, desde que consumidos de forma adequada.

Em caso de sintomas respiratórios intensos ou persistentes, a orientação é procurar atendimento médico.





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