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O Sesc Jazz 2025 começa na próxima segunda-feira (14) com uma proposta que conecta o jazz à história da diáspora africana. A nova edição do festival, que vai até 2 de novembro, traz 27 artistas de 14 países e ocupa cinco unidades do Sesc no estado de São Paulo — entre elas Pompeia, 14 Bis, São José dos Campos, Franca e Rio Preto.
Para Itamar Dantas, membro da curadoria, o evento busca discutir o jazz não apenas como um gênero musical, mas como uma forma de resistência e improvisação coletiva. “Fomos atrás dessa diáspora em várias partes do mundo, sem olhar o jazz só como um ritmo, mas pensando o jazz como uma tecnologia de contraposição à cultura colonial, uma tecnologia ancestral de resistência desses povos”, disse em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.
Entre os destaques, está o encontro entre o pianista Dom Salvador, referência do samba-jazz, e Amaro Freitas, expoente da nova geração. “É um encontro muito representativo desse festival e desses encontros que estamos promovendo”, afirma Dantas. Outro momento esperado é o show de Evinha com Marcos Valle, artista redescoberta por novas gerações “a partir do sample do disco do [rapper] BK”, como lembrou o curador.
A programação ainda traz o senegalês Baaba Maal, autor de uma das trilhas sonoras do filme da Marvel Pantera Negra, o uruguaio Hugo Fattoruso, com o candombe, e a sul-africana Gabi Motumbá, que mistura tradições da música negra e europeia.
Além dos shows, o festival promove 24 atividades formativas gratuitas e marca o lançamento do novo cardápio da comedoria do Sesc Pompeia.
A programação completa e a venda dos ingressos podem ser acessadas no site sescsp.org.br/sesc-jazz-2025.
Para ouvir e assistir
O jornal Conexão BdF vai ao ar em duas edições, de segunda a sexta-feira: a primeira às 9h e a segunda às 17h, na Rádio Brasil de Fato, 98.9 FM na Grande São Paulo, com transmissão simultânea também pelo YouTube do Brasil de Fato.
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Fonte: Brasil de Fato



