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terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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Ruas de Rio Doce e do Alto da Sé, em Olinda, recebem apresentações de peça teatral de Ariano Suassuna, neste fim de semana — Brasil de Fato

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Neste sábado e domingo (25 e 26), o município de Olinda recebe duas apresentações do espetáculo teatral de comédia A farsa da boa preguiça. Um padre desonesto, um coronel mandão, um galêgo metido a sabido, um diabo intrometido e toda a conhecida fauna social das obras de Ariano Suassuna tomam as ruas da Marim dos Caetés. E as apresentações são literalmente nas ruas. Com texto original de Ariano, adaptado por Arimá Maranhão, o Grupo de Atores Independentes busca fortalecer o teatro de rua como instrumento de crítica social e reflexão através do deboche e do riso.

A montagem nasceu originalmente no Teatro Popular do Bonsucesso e foi apresentada pela primeira vez na Mostra Teatral de Olinda de 1995. No sábado (25), às 16 horas, a peça é encenada no bairro de Rio Doce, mais precisamente na avenida das Graças, em frente ao nº 800, ao lado da Escola João Matos Guimarães. No domingo (26), também às 16 horas, a apresentação sobe ao Alto da Sé para encenar em frente à Escola de Samba Preto Velho. E no próximo sábado (1º de novembro) chegam ao Polo Cultural da Cidade Tabajara.

Ivo Rodrigues, diretor do Grupo de Atores Independentes, destaca a importância de deslocar o espetáculo de dentro do “teatro de caixa” para o espaço público. “O teatro de rua tem papel fundamental: ele sai do espaço fechado e se adapta às realidades do dia a dia. E Ariano Suassuna traduz com maestria o espírito do povo pernambucano: humor afiado, crítica social e sabedoria popular”, diz Rodrigues.

A linguagem popular do Nordeste, as contradições dos detentores do poder, os dilemas morais, a sábia esperteza e perspicácia dos humildes ganham corpo com Alessandro do Nascimento, Elisandra de Santana Freitas, Emerson Diniz, Ivo Rodrigues, Natália Barreto, Ronaldo Quirino e Rosário Miranda. A direção é coletiva, com produção e programação visual de Ronaldo Quirino, sonoplastia de Fabiano Oliveira, figurinos de Ivo Rodrigues e Francis Souza e imagens de Wallace Brito.

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Fonte: Brasil de Fato

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