A edição 35 da Revista Liberta já está no ar. E ela chega no exato momento em que a direita brasileira começa a assistir ao desmanche público da candidatura de Flávio Bolsonaro.
A reportagem de capa, “DNA miliciano derruba Flávio Bolsonaro”, assinada por Luís Costa Pinto, reconstrói os bastidores da relação entre o senador e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A apuração reúne áudios, mensagens de WhatsApp, comprovantes de transferências financeiras, articulações políticas e os impactos produzidos pelas revelações do caso.
Ao longo da reportagem, a revista detalha como o financiamento do filme “Dark Horse” se transformou numa bomba política dentro da própria direita. Os textos mostram o nervosismo de aliados, a reação do Centrão, o silêncio de partidos que negociavam apoio com Flávio e o avanço das suspeitas sobre o destino dos recursos enviados por Vorcaro.
A edição também traz o artigo “Frágil como um vidro, como um beijo de novela”, de João Cezar de Castro Rocha, que compara a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro a um “cavalo paraguaio” e afirma que o senador “queimou a largada” antes mesmo do início oficial da disputa eleitoral.
Em outro texto central da edição, Paulo César Teixeira escreve a “Carta ao Leitor” usando referências ao I Ching para analisar o momento político do bolsonarismo após a divulgação dos áudios envolvendo Vorcaro. O texto sugere que a candidatura de Flávio “se desmanchou no ar”.
Mas a edição 35 não se limita ao caso Banco Master. A Revista ainda traz análises sobre a guerra em Gaza, Benjamin Netanyahu, radicalização política, extrema direita digital e os efeitos do colapso do Banco Master.
Também participam desta edição Marcia Tiburi, Leonardo Boff, Juca Kfouri, Nina Lemos, Michel Gherman, Jamil Chade, Thiago Alvarenga de Oliveira e Sensacionalista.
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