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segunda-feira, 16 fevereiro, 2026
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Polícia de SP realiza operação para prender 1.400 suspeitos de violência contra a mulher

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Por Bruno Lucca

(Folhapress) – A Polícia Civil de São Paulo realiza desde a noite desta segunda-feira (29) uma operação para prender suspeitos de violência contra mulheres.

Cerca de 1.400 mandados foram expedidos pela Justiça. Desses, mais de 200 já foram cumpridos, segundo a última atualização. Os alvos são suspeitos de lesão corporal grave e feminicídio, além de outros crimes.

A ação ocorre em meio a uma alta nos casos de feminicídio no estado. De janeiro a outubro deste ano, foram registrados 207 casos em São Paulo, aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024.

A operação é coordenada pelas secretarias da Segurança Pública e de Políticas para a Mulher. A operação envolve todos os Departamentos de Polícia Judiciária do Interior e todas as seccionais do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, com atuação direta das Delegacias de Defesa da Mulher.

Operação acontece em meio a alta de casos de feminicídio no estado de São Paulo (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)

A operação

Para a execução da operação, foram empregados aproximadamente 1.700 policiais civis e mais de mil viaturas distribuídas por todo o território paulista. “É a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade”, diz a coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher, delegada Cristiane Braga.

Segundo o governo do estado, a iniciativa integra a estratégia da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) de enfrentamento permanente à violência contra a mulher, unindo ações repressivas, prevenção e políticas públicas de proteção. “O objetivo é ampliar a segurança das mulheres, interromper ciclos de violência e assegurar o cumprimento rigoroso das decisões judiciais”, diz o Executivo paulista.

Para o secretário da Segurança Pública do estado, Osvaldo Nico, “a prisão de agressores é uma medida fundamental para preservar vidas, garantir dignidade e demonstrar que o Estado atua de forma firme e coordenada contra a violência doméstica.”



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