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A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para apurar o suposto envolvimento do Banco Master em crimes contra o sistema financeiro, incluindo suspeitas de gestão fraudulenta. O caso está sob responsabilidade da Superintendência da PF em São Paulo e tramita em sigilo.
A investigação ganhou novos elementos após o Banco Central repassar ao Ministério Público Federal documentos relacionados às negociações para a compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Esses papéis são considerados centrais para esclarecer a operação.
Em março deste ano, o conselho do BRB aprovou a aquisição de 58% do capital do Master, em um negócio avaliado em cerca de R$ 2 bilhões. Após meses de tratativas, o Banco Central rejeitou a compra em setembro, levantando questionamentos sobre a solidez do negócio e a conduta das instituições envolvidas.
Agora, a PF deve analisar os documentos compartilhados e aprofundar as diligências. O inquérito busca esclarecer se houve irregularidades na gestão do banco e se a operação de venda fazia parte de um esquema que violaria as regras do sistema financeiro nacional.
O caso expõe novamente a vulnerabilidade das operações bilionárias no setor bancário e levanta dúvidas sobre a atuação de instituições privadas que buscam ampliar espaço no mercado por meio de fusões e aquisições.
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Fonte: Brasil de Fato



