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O Museu da Cultura Hip Hop RS convida o público, neste sábado (11), para assistir ao primeiro episódio da série documental 50 Anos da Cultura Hip Hop – Rio Grande do Sul. A exibição está marcada para às 16h. Durante o período da manhã, o museu funciona normalmente das 9h às 12h. Após a exibição em Porto Alegre, um circuito de exibição e oficinas passará por Tramandaí, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Borja e Santo Ângelo entre outubro e dezembro. As cidades de Pelotas e Esteio receberam as atividades durante os meses de agosto e setembro.
Sediado na rua Parque dos Nativos, 545, no bairro Vila Ipiranga, em Porto Alegre (RS), o Museu da Cultura Hip Hop está aberto ao público de terça a sábado, das 9h às 12h e das 14h às 17h. As visitas podem ser realizadas de forma livre ou mediante agendamento. Com direção de Gabriel Job, a série 50 Anos da Cultura Hip Hop – Rio Grande do Sul celebra as cinco décadas do hip hop no mundo e seus 40 anos no estado.
Idealizada pela Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), o audiovisual mergulha na história, vozes e narrativas da cultura hip hop gaúcha. São dez episódios, cada um com 55 minutos de duração. A série ainda é acessível com audiodescrição, libras, além das opções de legendas em espanhol e inglês.

O roteiro da série documental reúne entrevistas com 130 agentes culturais das nove regiões funcionais do Rio Grande do Sul. Foram palco das gravações as cidades de Caxias do Sul, Esteio, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, São Borja, Santo Ângelo e Tramandaí. “O projeto resgata memórias de MCs, DJs, grafiteiros, b-boys e b-girls, poetas e do público para construir uma narrativa plural, que reconhece a diversidade das expressões do movimento e sua relação com aspectos políticos, sociais e culturais”, explica Rafael Mautone, coordenador pedagógico do Museu do Hip Hop e um dos roteiristas do projeto.
Entre os temas abordados pela série estão o surgimento do hip hop no Rio Grande do Sul; a expansão territorial do movimento; a participação de mulheres e povos historicamente marginalizados; os desafios inerentes à produção cultural periférica; as manifestações artísticas como graffiti, breaking, DJ, MC, além da articulação dos elementos da cultura hip hop com economia, política, moda, entre outros setores, registrando o quanto o movimento hip hop é potente como ferramenta de transformação social.
A produção será disponibilizada no canal da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), no YouTube, e faz parte de um projeto contemplado pelo edital Sedac/LPG nº 16, na categoria Fomento à Coprodução. Realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, a iniciativa conta com apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul e do Ministério da Cultura, vinculados ao governo federal.
Como participar
No sábado (11), também haverá oficinas gratuitas. Os interessados devem chegar ao museu às 14h e se dirigir a Biblioteca DiVilas, que fica localizada no segundo andar. São 50 vagas e a participação é por ordem de chegada. Às 14h acontecerá a Formação em Introdução Audiovisual. E às 15h, a Formação em Captação de Recursos.
A oficina de Introdução Audiovisual será ministrada por Gabriel Job, produtor audiovisual responsável pela produção dos materiais audiovisuais do Museu da Cultura Hip Hop. Job é fundador, editor e diretor da produtora Granja Films, que atua há mais de dez anos no mercado com projetos realizados em eventos como Planeta Atlântida, Rap In Cena Festival e Auditório Viana.
Já a oficina de Captação de Recursos será ministrada por Rafa Rafuagi, fundador e coordenador do Museu da Cultura Hip Hop RS. Rafuagi é rapper com 23 anos de trajetória, detentor de 41 prêmios, escritor e patrono da Feira do Livro de Gravataí. Está à frente de projetos, coletivos e equipamentos culturais de enorme relevância nacional como Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Museu da Cultura Hip Hop RS, Partiu Aula na Justiça e Construção Nacional da Cultura Hip Hop. Rafuagi ainda atua como consultor de políticas públicas para órgãos internacionais. Em 2025, recebeu a maior honraria da cultura nacional, a Ordem ao Mérito Cultural.
Visita ao Museu
As visitas agendadas acontecem duas vezes ao dia, às 9h e às 14h, sendo destinadas a grupos de até 50 pessoas. Para marcar uma visita basta acessar o formulário de agendamento. Toda visita agendada é guiada por mediadores que conduzem o grupo com explicações sobre as mostras em cartaz.
As visitas livres são abertas ao público, não sendo obrigatório agendamento. Nesta modalidade, caso o interessado deseje ser guiado pelos mediadores, basta chegar ao museu no horário em que se iniciam as visitas agendadas para participar junto ao grupo do dia. Mais informações sobre programação através das redes oficiais do Museu da Cultura Hip Hop RS.
História
Inaugurado no ano do cinquentenário do hip hop no mundo, o Museu da Cultura Hip Hop RS é o primeiro na América Latina dedicado ao movimento. Com um espaço de 4 mil metros quadrados, o museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando uma rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.
O complexo reúne cerca de 6 mil itens de acervo físico e digital sobre a história do hip hop gaúcho. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos Estados Unidos, conta com salas expositivas, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, estúdio musical, multipalco e a Quadra Petrobras. O Museu da Cultura Hip Hop do RS tem financiamento da Lei Rouanet, patrocínio master da Petrobras e patrocínio da Neoenergia e Caixa Econômica Federal. Realização do Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.
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Fonte: Brasil de Fato



