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quinta-feira, 12 fevereiro, 2026
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Mercados globais reagem a Trump em Davos e balanços corporativos nos EUA

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Os mercados globais operam de olho na Europa nesta quarta-feira (21). Enquanto os índices futuros de Nova York operam em alta, em movimento de ajuste após as perdas da véspera, as bolsas europeias desabam, em reação à investida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Groenlândia. Hoje, o estadunidense participa do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde deve discursar às 10h30 (horário de Brasília).

Na terça-feira, os principais índices de Wall Street registraram o pior desempenho diário desde outubro, após Trump intensificar a pressão para a aquisição da Groenlândia e ameaçar impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses, elevando as tensões comerciais e diplomáticas.

Outro ponto sensível do dia é a audiência da Suprema Corte dos EUA, às 12h, sobre a tentativa de demissão da diretora do Federal Reserve, Lisa Cook — um caso visto como potencial divisor de águas para a independência do banco central norte-americano.

No campo corporativo, a temporada de balanços segue no radar, após a Netflix recuar no after-market com projeções cautelosas. Charles Schwab e Johnson & Johnson divulgam resultados do quarto trimestre.

No Brasil, investidores acompanham a divulgação do Fluxo Cambial e do Monitor do PIB (Produto Interno Bruto) da FGV (Fundação Getulio Vargas), além do encontro do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, com o vice-presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Jorge Oliveira.

Brasil

O Ibovespa encerrou a sessão de terça-feira (20) em duplo recorde, beneficiado pela rotação global de dólares e pela entrada de capital estrangeiro. O principal índice da B3 avançou 0,87%, aos 166.276,80 pontos, novo recorde nominal histórico, após também renovar a máxima intradia ao atingir 166.467,56 pontos.

O movimento ocorre em meio à saída de recursos dos Estados Unidos, diante da escalada das tensões geopolíticas associadas ao presidente norte-americano, Donald Trump. No câmbio, o dólar à vista subiu 0,31%, cotado a R$ 5,3805.

Europa

Os mercados europeus operam em queda, com os agentes acompanhando de perto o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, onde as atenções se voltam hoje ao discurso do presidente dos EUA, Donald Trump.

STOXX 600: -0,23%
DAX (Alemanha): -0,36%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,05%
CAC 40 (França): -0,11%
FTSE MIB (Itália): -0,32%

Estados Unidos

Os agentes têm vários assuntos no radar hoje, como o discurso de Trump em Davos, o julgamento de Lisa Cook, do Federal Reserve, enquanto acompanham a temporada de balanços. Na véspera, as ações da Netflix caíram, depois que a gigante do streaming divulgou um resultado do quarto trimestre ligeiramente acima do esperado e apresentou uma projeção cautelosa para os próximos meses

Dow Jones Futuro: +0,24%
S&P 500 Futuro: +0,37%
Nasdaq Futuro: +0,38%

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única, com os agentes acompanhando as notícias do mundo e do Japão. O aumento de gastos públicos sob o governo do primeiro-ministro japonês Sanae Takaichi preocupam e tem sido alvo de críticas da oposição.

Shanghai SE (China), +0,08%
Nikkei (Japão): -0,41%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,37%
Nifty 50 (Índia): -0,26%
ASX 200 (Austrália): -0,37%

Petróleo

Os preços do petróleo recuavam, pressionados pelas investidas de Donald Trump para anexar a Groenlândia.

Petróleo WTI, -1,34%, a US$ 59,55 o barril
Petróleo Brent, -1,48%, a US$ 63,93 o barril

Agenda

Nos EUA, saem os dados dos gastos com construção de outubro e o indicador de moradias pendentes de dezembro.

Por aqui, no Brasil, a China decidiu reabrir seu mercado para importação de carne de frango do Rio Grande do Sul, encerrando uma suspensão imposta em 2024, informaram na terça-feira o Ministério da Agricultura brasileiro e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A China é um dos principais destinos das exportações brasileiras de frango. O embargo foi inicialmente imposto em julho de 2024, após a confirmação de um caso de doença de Newcastle em uma granja comercial no Estado.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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