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domingo, 15 fevereiro, 2026
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Manifestantes vão às ruas pelo fim do genocídio na Palestina e em apoio à Flotilha da Liberdade

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Em diversas cidades do Brasil e do mundo, pessoas foram às ruas neste sábado (13), para manifestar solidariedade ao povo palestino e apoio à Flotilha da Liberdade. A missão é composta por embarcações com ativistas de mais de 40 países, entre os quais, 13 brasileiros, que buscam romper o cerco ilegal imposto por Israel à entrada de ajuda humanitária no território palestino em Gaza. 

No Rio de Janeiro, movimentos populares se reuniram próximos à praça Mauá, na região do Porto Maravilha, com faixas e cartazes que pediam o fim imediato do comércio de petróleo brasileiro com o regime israelense e o rompimento das relações diplomáticas entre Brasil e Israel. 

A mesma reivindicação esteve presente no ato em Brasília, que reuniu um grupo de pessoas em frente a Embaixada israelense, onde estenderam uma faixa com os dizeres: “Romper o cerco ilegal”. 

Ato em Brasília | Amanda Sampaio/ADUFC/ANDES-SN

A concentração no recife (PE) foi no bairro Derby e seguiram em caminhada até o consulado dos Estados Unidos, apontados pelos manifestantes como os principais financiadores do genocídio palestino. O ato prestou apoio aos ativistas a bordo da Flotilha da Liberdade. 

Em São Paulo (SP), os manifestantes se reuniram na praça Roosevelt e caminharam pelas ruas do centro da capital paulista. O ato contou com a participação de movimentos sociais, sindicais e partidos políticos. “Nossos corações estão com a Palestina e com a Global Sumud Flotilla”, dizia um cartaz de um manifestante. 

Manifestantes percorreram ruas na região central da capital paulista | Reprodução / Flotilha da Liberdade

Desde o começo da agressão israelense à Faixa de Gaza, mais de 60 mil pessoas foram assassinadas pelo regime de Israel, a maioria mulheres e crianças. Ainda segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de meio milhão de pessoas em Gaza estão passando fome, enquanto o governo de Benjamin Netanyahu impede a entrada de comida na área cercada e devastada pelas forças de ocupação.

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Fonte: Brasil de Fato

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