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terça-feira, 10 março, 2026
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Jovens debocham no elevador após estupro no RJ

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O Fantástico, da TV Globo, teve acesso a um vídeo envolvendo um grupo de jovens após o estupro coletivo ocorrido em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

As imagens gravadas por celular dentro do elevador do prédio, logo após eles deixarem o imóvel, mostram os envolvidos rindo e fazendo comentários em tom de deboche.

Nas imagens, um menor de idade e outros jovens aparecem comemorando enquanto descem pelo elevador. Em um dos momentos, um deles faz uma declaração que chamou a atenção dos investigadores: “A mãe de alguém teve que chorar, porque as nossas mães hoje…”, diz, enquanto os demais riem sem qualquer preocupação.

Para a polícia, o conteúdo do vídeo é considerado chocante e revela a postura do grupo logo após o episódio investigado.

“Essas imagens são chocantes. Faltam até palavras e adjetivos para narrar o que representa esse tipo de conduta”, afirmou o delegado Angelo Lages.

Investigação sobre o estupro

Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo
Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo (Foto: Divulgação / Disque Denúncia)

O caso aconteceu no dia 31 de janeiro e passou a ser investigado pela polícia após o relato de uma estudante de 17 anos.

A jovem havia ido ao apartamento após ser convidada por um colega de escola, também de 17 anos, com quem já havia se relacionado. O imóvel pertence à família de um dos suspeitos.

Depois do episódio, a adolescente conseguiu pedir ajuda ao irmão e contou o que havia ocorrido à avó, que tem sua guarda.

“Ela me abraçou e falou: ‘mãe, desculpa’. Eu falei: ‘desculpa de quê? Você não teve culpa’”, relatou.

Ao ajudar a neta, a avó percebeu hematomas pelo corpo da jovem.

“Não era um roxo, era um roxo preto, em várias partes. Fiquei apavorada”, contou.

Após o caso vir à tona, outras adolescentes também procuraram a polícia para relatar situações semelhantes envolvendo os mesmos suspeitos, todos ligados ao Colégio Pedro II, na zona sul — região nobre — do Rio de Janeiro.





ICL Notícias

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