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sábado, 26 setembro, 2026
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Insônia: fruta antes de dormir pode contribuir para uma noite melhor; veja qual

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O kiwi pode ser um aliado de quem busca melhorar a qualidade do sono. A fruta contém substâncias como serotonina, antioxidantes, vitamina C e folato e já foi investigada por pesquisadores por sua possível relação com o descanso noturno.

Um estudo publicado no Asia Pacific Journal of Clinical Nutrition avaliou adultos que relatavam problemas de sono. Durante quatro semanas, os participantes consumiram dois kiwis cerca de uma hora antes de dormir.

Ao fim do período, os pesquisadores observaram redução de 35,4% no tempo necessário para adormecer e de 28,9% no período em que os participantes permaneciam acordados depois de inicialmente pegar no sono. O tempo total de sono aumentou 13,4%.

Apesar dos resultados, o estudo não permite afirmar que o kiwi seja um tratamento para insônia. Pesquisas posteriores também investigaram a relação entre a fruta e o sono, mas ainda são necessárias evidências mais robustas para determinar a dimensão e os mecanismos de um eventual benefício.

Kiwi

Por que o kiwi é associado ao sono?

Uma das hipóteses envolve a composição nutricional da fruta. O kiwi contém serotonina, substância envolvida na regulação do ciclo de sono e vigília, além de antioxidantes e folato.

Isso não significa, porém, que comer kiwi tenha o mesmo efeito de medicamentos ou de tratamentos específicos contra a insônia. A dificuldade para dormir pode ter diferentes causas e, quando é frequente ou prolongada, precisa ser avaliada por um profissional de saúde.

Além da alimentação, medidas de higiene do sono podem contribuir para noites melhores. Manter horários regulares para dormir e acordar, reduzir a exposição a telas antes de deitar, evitar cafeína e álcool à noite e manter o quarto escuro e silencioso estão entre as recomendações mais comuns.

Casos persistentes de insônia podem estar relacionados a diferentes condições, incluindo transtornos do sono, e devem ser investigados. Mudanças alimentares podem integrar uma rotina saudável, mas não substituem diagnóstico ou tratamento médico.





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