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terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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Índices futuros recuam com tensão EUA-Venezuela no radar

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Os índices futuros de Wall Street operam em baixa nesta terça-feira (6), após a forte alta da sessão anterior, em um movimento de ajuste de posições. Na véspera, o Dow Jones fechou em novo recorde, enquanto S&P 500 e Nasdaq também avançaram, impulsionados pelo otimismo com o crescimento das empresas estadunidenses.

O apetite por risco foi sustentado pela reação do mercado à deposição do líder venezuelano Nicolás Maduro e por declarações do presidente Donald Trump incentivando investimentos do setor petrolífero nos Estados Unidos.

Enquanto monitoram os desdobramentos da tensão geopolítica na América do Sul, agentes acompanham a agenda de indicadores econômicos.

No Brasil, o foco recai sobre a divulgação da balança comercial de dezembro, que pode influenciar a leitura do mercado sobre o setor externo e o câmbio. Os dados serão comentados pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Mais cedo, o IPC-Fipe ajuda a calibrar as expectativas para a inflação ao consumidor em São Paulo.

No exterior, investidores acompanham os PMIs compostos finais de dezembro em economias centrais, além a inflação preliminar (CPI) da Alemanha. Nos EUA, o discurso de Tom Barkin, do Federal Reserve (banco central dos EUA) de Richmond, também entra no radar, com sinalizações sobre o cenário econômico de médio prazo.

Os preços do petróleo avançaram na véspera, refletindo a avaliação do mercado sobre possíveis impactos nos fluxos da Venezuela, país que detém as maiores reservas globais da commodity.

Brasil

O Ibovespa recuperou as perdas da primeira sessão de 2026 e encerrou a segunda-feira (5) em alta de 0,83%, aos 161.869,76 pontos, impulsionado pelo desempenho dos pesos-pesados. No câmbio, o dólar à vista recuou 0,37%, cotado a R$ 5,4055.

O principal indicador da Bolsa brasileira acompanhou o mercado externo, que fechou em alta no embalo do petróleo internacional em repercussão à crise Estados Unidos-Venezuela.

No cenário doméstico, os agentes acompanharam a divulgação do primeiro Boletim Focus do ano, que mostrou leve alta na projeção de inflação para 2026, de 4,05% para 4,06%, enquanto a expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, permaneceu em 12,25%, abaixo do atual patamar de 15% ao ano. Investidores também aguardam a divulgação do IPCA de dezembro, prevista para sexta-feira (9).

Europa

As bolsas europeias operam em alta, com os investidores acompanhando os desdobramentos geopolíticos na América do Sul, enquanto acompanham a agenda repleta de indicadores econômicos no Velho Continente.

STOXX 600: +0,23%
DAX (Alemanha): -0,10%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,57%
CAC 40 (França): -0,25%
FTSE MIB (Itália): +0,51%

Estados Unidos

Enquanto os índices futuros dos EUA recuam, os agentes monitoram os próximos passos do governo de Donald Trump, que deve se reunir com executivos do setor petrolífero estadunidense esta semana para discutir o aumento da produção de petróleo bruto venezuelano.

Dow Jones Futuro: -0,15%
S&P 500 Futuro: -0,11%
Nasdaq Futuro: -0,10%

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Enquanto indicadores japoneses atingiram recordes históricos, a Coreia do Sul registrou quedas. Na região, o destaque são as ações de empresas do setor de defesa. Na Coreia do Sul, os papéis da Korea Aerospace Industries chegaram a subir 11% ao longo do pregão, mas reduziram os ganhos e encerraram com alta superior a 9%. Já a Poongsan saltou mais de 8%, enquanto a Hanwha Aerospace avançou 0,99%.

No Japão, as ações da IHI subiram 3,66%, acompanhando o movimento positivo do setor, que inclui grupos como a Kawasaki Heavy Industries, diante do aumento do interesse por empresas ligadas à defesa.

Shanghai SE (China), +1,50%
Nikkei (Japão): +1,32%
Hang Seng Index (Hong Kong): +1,38%
Nifty 50 (Índia): -0,31%
ASX 200 (Austrália): -0,52%

Petróleo

Os preços do petróleo caíram após alta de mais de 1% na véspera, com os investidores avaliando as perspectivas para a Venezuela.

Petróleo WTI, -0,72%, a US$ 57,90 o barril
Petróleo Brent, -0,63%, a US$ 61,37 o barril

Agenda

Nos Estados Unidos, será divulgado o PMI de Serviços (final)

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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