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terça-feira, 17 fevereiro, 2026
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Índices futuros dos EUA sobem com foco em tecnologia

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Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta segunda-feira (22), ampliando os ganhos da sessão anterior, em uma semana reduzida pelo feriado de Natal. O movimento reflete a recomposição de posições após as quedas recentes e a expectativa de que o setor de tecnologia sustente uma recuperação até o fim do ano, apesar das dúvidas sobre o ritmo da inteligência artificial e o afrouxamento monetário pelo Federal Reserve.

Na sexta-feira, o S&P 500 avançou 0,9%, apagando as perdas semanais, em um pregão marcado pelo vencimento trimestral de derivativos e por ajustes de carteira com foco no horizonte de 2026. No Brasil, a ausência de “notícias ruins” favoreceu a redução de prêmios na curva a termo, segundo operadores, após a volatilidade observada desde o início de dezembro.

A agenda desta segunda concentra indicadores relevantes. No Brasil, saem a sondagem do consumidor da FGV, o Relatório Focus, a Pesquisa Firmus, a arrecadação federal de novembro e a balança comercial semanal. Nos Estados Unidos, o destaque é o Índice de Atividade Nacional de Chicago (CFNAI) de novembro, divulgado pelo Fed.

Brasil

O Ibovespa fechou a sexta-feira (19) em alta de 0,35%, aos 158.473,02 pontos, avanço de 544,71 pontos no dia. Ainda assim, a última semana cheia do ano terminou no vermelho, com queda acumulada de 1,41%.

No câmbio, o dólar comercial passou o dia trocando de sinal, refletindo a falta de convicção do mercado, antes de encerrar com leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,529. O cenário é tão nebuloso que o JPMorgan prefere nem arriscar projeções para o dólar em 2026. Já os juros futuros (DIs) fecharam em baixa ao longo de toda a curva.

No campo político, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento de 2026 no último dia do calendário legislativo. O volume de emendas parlamentares subiu para R$ 61 bilhões, mais de 20% acima do Orçamento anterior. Tudo isso sob discursos inflamados de austeridade fiscal por parte do Congresso.

Europa

As bolsas europeias recuam nesta segunda-feira, com a perda do otimismo observado na semana passada e sem catalisadores relevantes na agenda econômica do dia. Investidores aguardam a confirmação de dados do PIB (Produto Interno Bruto) e do investimento empresarial do Reino Unido, após divulgações preliminares. No campo geopolítico, ajustes feitos por europeus e ucranianos à proposta de cessar-fogo dos EUA foram mal recebidos pelo Kremlin, que avalia que as mudanças não aumentam as chances de um acordo duradouro no conflito que se aproxima de quatro anos.

STOXX 600: +0,04%
DAX (Alemanha): +0,21%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,24%
CAC 40 (França): -0,15%
FTSE MIB (Itália): +0,01%

Estados Unidos

A semana será marcada pela divulgação do PIB do terceiro trimestre na terça-feira, às 10h30, com expectativa de crescimento anualizado de 3,2%, além da produção industrial de novembro e do índice de confiança do consumidor de dezembro, indicadores-chave para avaliar a atividade e a demanda. Na agenda dos mercados, a Bolsa de Nova York terá funcionamento reduzido, fechando mais cedo na quarta-feira, véspera de Natal, e permanecendo fechada na quinta-feira.

Dow Jones Futuro: +0,13%
S&P 500 Futuro: +0,32%
Nasdaq Futuro: +0,52%

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam com ganhos, após o banco central da China manter as taxas de juros de referência para empréstimos de 1 e 5 anos em 3% e 3,5%, respectivamente, pela sétima reunião consecutiva.

Shanghai SE (China), +0,69%
Nikkei (Japão): +1,81%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,43%
Nifty 50 (Índia): +0,69%
ASX 200 (Austrália): +0,91%

Petróleo

Os preços do petróleo sobem com a intensificação dos bloqueios do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Venezuela.

Petróleo WTI, +0,88%, a US$ 57,03 o barril
Petróleo Brent, +0,86%, a US$ 60,99 o barril

Agenda

Nos EUA, saem o Índice de Atividade Nacional (CFNAI) de novembro.

Por aqui, no Brasil, o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), Jonathan de Jesus, estabeleceu na sexta-feira passada prazo de 72 horas para o Banco Central explicar a liquidação do Banco Master, de acordo com despacho publicado pelo órgão. O TCU pediu esclarecimentos sobre a fundamentação e motivação da decretação de liquidação; possíveis alternativas menos gravosas para a situação; histórico e linha do tempo das tratativas sobre o caso; e elementos que determinem se houve coerência interna e governança decisória.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg



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