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quinta-feira, 19 fevereiro, 2026
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Índices futuros dos EUA operam com cautela

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Os índices futuros de Nova York operam em queda nesta segunda-feira (18), refletindo a cautela dos investidores diante da reunião em Washington entre o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes europeus. O encontro ocorre em meio a tensões renovadas após a cúpula entre Trump e Vladimir Putin, que terminou sem acordo de cessar-fogo.

Segundo relatos, Putin teria condicionado a paz ao controle russo sobre a região de Donbass. Em resposta, Zelensky sinalizou pela primeira vez que o atual status da linha de frente pode servir como base para negociações — movimento que abre margem para concessões territoriais.

Além do cenário geopolítico, os mercados aguardam o Simpósio de Jackson Hole, que reúne autoridades monetárias globais de quinta (21) a sábado (23), com expectativas em torno de possíveis sinalizações sobre juros.

No Brasil, a agenda doméstica concentra atenções nos dados econômicos. O IGP-10 de agosto foi divulgado às 8h, seguido pelo Boletim Focus e pelo IBC-Br de junho, indicador considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto). No campo político, o presidente Lula recebe o equatoriano Daniel Noboa para agenda oficial em Brasília.

Brasil

Ibovespa encerrou a sexta-feira (15) praticamente estável, com leve queda de 0,01%, aos 136.340,77 pontos. Mesmo assim, garantiu a segunda semana consecutiva de alta, com avanço de 0,31%.

No câmbio, o dólar comercial recuou 0,35%, a R$ 5,398, com os investidores monitorando os próximos passos do Fed (Federal Reserve, o banco central estadunidense), especialmente na reunião de setembro. Os juros futuros também fecharam em queda em toda a curva.

No exterior, o foco do dia foi o encontro inédito entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca, após anos sem uma cúpula formal entre os líderes das duas maiores potências nucleares. A reunião, que contou com presença de ministros da área econômica, sinalizou discussões além da guerra na Ucrânia, mas ainda sem definições claras.

Europa

As bolsas europeias operam de forma mista nesta segunda-feira, em meio à expectativa pela reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes regionais para discutir um possível acordo de paz no conflito ucraniano.

STOXX 600: -0,09%
DAX (Alemanha): -0,32%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,02%
CAC 40 (França): -0,61%
FTSE MIB (Itália): -0,23%

Estados Unidos

Os índices futuros recuam hoje, em semana que traz como destaque o discurso do presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central estadunidense), Jerome Powell, na sexta-feira (22), que pode trazer sinais sobre os próximos passos da política monetária e da taxa de juros nos Estados Unidos. Ao longo desta semana nos EUA, também são aguardados dados do setor imobiliário, pedidos semanais de auxílio-desemprego e a ata da última reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) do Fed. Os agentes também acompanham a finalização da temporada de balanços do segundo trimestre.

Dow Jones Futuro: -0,13%
S&P 500 Futuro: -0,21%
Nasdaq Futuro: -0,23%

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, enquanto os investidores aguardavam as negociações entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu colega ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Shanghai SE (China), +0,85%
Nikkei (Japão): +0,77%
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,37%
Nifty 50 (Índia): +1,20%
ASX 200 (Austrália): +0,23%

Petróleo

Os preços do petróleo operam em baixa, com os traders à espera de um possível cessar-fogo na Ucrânia.

Petróleo WTI, -0,08%, a US$ 62,75 o barril
Petróleo Brent, -0,18%, a US$ 65,73 o barril

Agenda

Agenda internacional esvaziada nesta segunda-feira.

Por aqui, no Brasil, o acesso ao crédito emergencial prometido pelo governo para empresas atingidas pelo tarifaço dos EUA dependerá da aprovação do Congresso Nacional, segundo afirmou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, em entrevista publicada no sábado (16) pelo jornal O Globo. “A aprovação do PLP é muito importante para as medidas chegarem a todas as empresas, principalmente as micro, pequenas e médias. Sem isso, uma boa parcela terá muita dificuldade em acessar o crédito”, disse Mello. Embora parte do pacote tenha sido viabilizada por medida provisória (MP) já em vigor, outras ações — especialmente as que envolvem linhas de crédito subsidiadas — só serão destravadas com a aprovação do projeto de lei complementar (PLP) que acompanha a proposta.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg

 



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