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O Ibovespa caiu 0,59%, nesta segunda-feira (8), aos 141.791 pontos, em um movimento de correção após a sequência de recordes da semana passada. A queda de 848 pontos reflete não apenas a realização de lucros, mas também a cautela diante da divulgação dos índices de inflação no Brasil (quarta, 10) e nos EUA (quinta11).
O ambiente político adiciona incertezas ao mercado. As manifestações do 7 de Setembro — marcadas por críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e presença de símbolos estrangeiros na Avenida Paulista — antecipam uma semana sensível, com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela Primeira Turma do Supremo.
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, rebateu as acusações de “ditadura” feitas por aliados de Bolsonaro, como o governador Tarcísio de Freitas, reforçando que o processo ocorre “à luz do dia”. Em paralelo, o presidente Lula manteve agenda institucional em Brasília e, em reunião virtual dos Brics (grupo que reúne originalmente Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), criticou o protecionismo comercial global.
Na economia, o dólar subiu 0,07%, a R$ 5,417, interrompendo três sessões de queda. Os juros futuros também subiram ao longo de toda a curva. Enquanto isso, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) fecharam em alta de 0,25% e 0,39%, impulsionadas pelos preços das commodities. Já os bancos e frigoríficos pressionaram o índice, com Banco do Brasil (BBAS3) recuando 0,95%.
Mercado externo
No exterior, o tom também foi de prudência. Wall Street teve leve alta, enquanto a Europa operou no azul, apesar da crise política na França, que resultou na queda do primeiro-ministro.
O Dow Jones subiu 0,25%, aos 45.514,95 pontos; o S&P 500, +0,21%, aos 6.495,15 pontos; e o Nasdaq, +0,45%, aos 21.798,69 pontos.



