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O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (15) com leve baixa de 0,04%, aos 135.250,10 pontos, uma perda reduzida de 48,89 pontos. No câmbio, o dólar à vista recuou 0,47%, cotado a R$ 5,5581.
Os temas do dia foram a reunião do governo Lula (PT) com empresários para discutir uma saída ao tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O empresariado sugeriu ao governo negociar diplomaticamente o adiamento da medida, mas esse não deve ser o caminho, conforme sinalizou o vice-presidente, Geraldo Alckmin, que liderou o encontro.
Sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o STF (Supremo Tribunal Federal) realizou hoje uma audiência de conciliação para discutir a validade do decreto presidencial que elevou a alíquota do imposto. Sob a condução do ministro Alexandre de Moraes, a sessão reuniu representantes do Executivo, do Congresso Nacional, da Procuradoria-Geral da República e de partidos que contestam a medida. No entanto, não houve acordo e a decisão final ficará a cargo de Moraes.
O aumento do IOF, suspenso por liminar do STF, é alvo de duas ações diretas de inconstitucionalidade movidas por Partido Liberal (PL) e Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). O governo federal e aliados, como o União Brasil, recorreram ao Supremo com ações declaratórias para defender a legalidade do decreto.
Na seara corporativa, entre as ações de maior peso no índice, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4) fecharam em queda, pressionadas pela baixa do minério de ferro e do petróleo Brent, que recuou 0,72%, a US$ 68,71 o barril em Londres.
Mercado externo
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, com os investidores reagindo a novos dados de inflação nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor (CPI, sigla em inglês) subiu 0,3% em junho, elevando a taxa de inflação anual para 2,7%, em uma demonstração de que a guerra tarifária de Trump trouxe impactos para a economia local.
O Dow Jones caiu 0,98%, aos 44.022,89 pontos; o S&P 500, -0,40%, aos 6.243,76 pontos; e o Nasdaq, +0,18%, aos 20.677,80 pontos — no maior nível nominal histórico.



