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O Ibovespa avançou 1,32%, nesta quinta-feira (28), fechando aos 141.049 pontos — com direito a recorde intradiário: 142.138,27 pontos pela primeira vez, superando os 141.563 registrados em 4 de julho.
Enquanto o dólar comercial recuou 0,19%, a R$ 5,406, e os juros futuros caíram ao longo da curva.
Os investidores repercutiram hoje uma combinação de fatores domésticos e internacionais. Lá fora, o S&P 500 também renovou máximas ao tocar 6.500 pontos, mas com fôlego menor. Investidores ainda digerem os resultados mistos da Nvidia, com dúvidas sobre vendas de chips à China.
No Brasil, o protagonismo do dia veio do governo federal. Apesar do déficit primário de R$ 59,1 bilhões em julho, divulgado pelo Tesouro, o Planalto sinalizou reação: uma comitiva liderada por Geraldo Alckmin foi ao México negociar abertura comercial — especialmente na área de carnes — como alternativa à política protecionista dos EUA.
Ao mesmo tempo, o Ministério da Justiça e a Polícia Federal deflagraram operação contra organizações criminosas, mirando o fluxo financeiro e o topo da cadeia. A ação foi celebrada por Fernando Haddad, que destacou que a Receita já investigava o esquema desde 2023. Segundo ele, o grupo movimentou R$ 52 bilhões em quatro anos.
Entre as ações, Vale (VALE3) subiu 0,04% e Petrobras (PETR4) avançou 0,88%, embalada pela alta do petróleo e pela indicação de novos nomes ao conselho da estatal.
Mercado externo
Nos Estados Unidos, o S&P 500 bateu novo recorde ao superar os 6,5 mil pontos, impulsionado pelos resultados da Nvidia. Apesar do otimismo com o avanço da inteligência artificial, investidores seguem cautelosos com algumas incertezas nos lucros.
O Dow Jones subiu 0,16%, aos 45.637,27 pontos; o S&P 500, +0,32%, aos 6.501,88 pontos; e o Nasdaq, +0,53%, aos 21.705,16 pontos.



