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O Ibovespa encerrou a sexta-feira (8) em queda de 0,45%, aos 135.913 pontos, puxado pela forte baixa da Petrobras, que recuou 6,15% após divulgar dividendos abaixo do esperado no balanço do 2º trimestre. Ainda assim, o índice acumula alta de 2,62% na semana, encerrando uma sequência de quatro semanas negativas.
Por sua vez, o dólar comercial subiu 0,24%, a R$ 5,436, interrompendo uma série de cinco quedas. Os juros futuros também inverteram a tendência recente e avançaram em toda a curva.
Nos Estados Unidos, os mercados voltaram ao campo positivo, com investidores atentos à política comercial do governo Trump, especialmente no setor de semicondutores. A Casa Branca prometeu esclarecer medidas tarifárias sobre importações como barras de ouro, que geraram incertezas nos mercados.
No Brasil, o governo prepara um pacote de medidas para minimizar os efeitos das tarifas impostas pelos EUA. A revista The Economist criticou a postura norte-americana e afirmou que Donald Trump estaria testando os limites da lealdade do Brasil, em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Além da Petrobras, outros balanços corporativos movimentaram o pregão. Vale subiu 2,37%, e os grandes bancos fecharam em alta, o que ajudou a limitar as perdas do dia.
Mercado externo
Os indicadores de Wall Street subiram e fecharam a semana no campo positivo. O Nasdaq, índice de alta tecnologia, registrou mais um recorde de meio de sessão, puxado pela alta robusta da Apple.
O Dow Jones subiu 0,47% no dia e 1,35% na semana; o S&P 500, +0,78% e +2,44%, respectivamente; e o Nasdaq, +0,98% e +3,87%.



