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terça-feira, 14 abril, 2026
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Ex-diretor da CIA pede destituição de Trump por ‘instabilidade mental’

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Por Telesur – Brasil de Fato 

O ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, apoiou nesta segunda-feira (13) a destituição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por “instabilidade mental”, após suas ameaças temerárias contra a civilização iraniana, argumentando que sua permanência no cargo representa um perigo iminente para milhões de pessoas.

Durante uma entrevista a um veículo internacional, Brennan — que dirigiu a inteligência americana sob o governo de Barack Obama — afirmou que a 25ª Emenda da Constituição do país, que regula a destituição involuntária de um mandatário, foi redigida especificamente para um perfil como o de Trump.

Ele enfatizou que o presidente apresenta um transtorno mental manifesto e representa um ônus tão grave que não deveria ser autorizado a continuar como comandante-chefe, dado o imenso poder que detém sobre o arsenal nuclear.

A reação do ex-funcionário surge após as ameaças feitas por Trump em 7 de abril, quando ele advertiu que a civilização iraniana poderia ser exterminada caso seu ultimato não fosse cumprido — declaração interpretada como uma alusão direta ao possível uso de capacidades atômicas.

Diante dessa escalada hostil, mais de 70 congressistas democratas apoiaram a aplicação da 25ª Emenda, segundo informações de veículos americanos, refletindo uma crescente preocupação no Legislativo com o discurso do Executivo.

Apesar da pressão política exercida, analistas apontam que a probabilidade de uma destituição é praticamente nula. Isso se deve à lealdade incondicional do vice-presidente JD Vance e da maioria do gabinete ao presidente Trump.

No entanto, a tensão internacional continua aumentando após o fracasso das conversas de paz com Teerã, realizadas no sábado (11). Longe de buscar uma desescalada, o presidente americano declarou não ter interesse no retorno do Irã à mesa de negociações.

Além disso, ratificou sua ameaça de iniciar nesta segunda-feira (13) um bloqueio militar no estreito de Ormuz, aprofundando a crise e o risco de retomada das hostilidades na região.





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