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A primeira avaliação no governo brasileiro é de que o projeto de Donald Trump de “Conselho da Paz” é “péssimo”, abalaria para sempre o multilateralismo e deixaria a ONU numa situação inviável.
O ICL Notícias revelou no sábado com exclusividade o fato de que Trump convidou o Brasil para fazer parte da iniciativa. Neste domingo, a reportagem ainda traz o texto completo do projeto.
Lula ainda não deu uma resposta ao americanos e o Palácio do Planalto aponta que a ideia ainda está sendo examinada. Mas experientes diplomatas e negociadores brasileiros já alertam que o Brasil deveria se recusar a fazer parte.
Alguns pontos preocupam o governo Lula:
Veto de Trump
Trump teria a palavra final em todas as decisões do órgão, ainda que o voto fosse permitido a todos os países. Seria uma espécie de veto, usado por um único governo
Desequilíbrio
Não há qualquer compromisso de um equilíbrio entre regiões ou participação de países em desenvolvimento. A entidade teria apenas uma língua oficial: o inglês.
Recursos
Não está claro para onde iriam os recursos de cada um dos governos
Pagar para estar à mesa
Vaga permanente dependerá de pagamento de US$ 1 bilhão, e não de legitimidade política do país.
Justificar invasões
Conselho não estaria baseado no direito internacional, conceitos como soberania ou integridade territorial. Na prática, o governo Lula avalia que isso poderia ser um caminho para que a entidade sirva para legitimar ações militares.
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ICL Notícias



