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sábado, 18 abril, 2026
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Conheça os três segredos para dormir bem à noite, segundo especialista

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Dormir não se resume apenas a apagar a luz e deitar na cama. Segundo a neurologista e especialista em sono Stella Maris Valiensi, o ambiente desempenha um papel determinante na qualidade do descanso. Em entrevista ao jornal La Nación, da Argentina, ela destacou que fatores como iluminação, ruído e temperatura influenciam diretamente o sono.

De acordo com a especialista, o quarto ideal deve ser escuro, silencioso e, preferencialmente, livre de telas. A temperatura também deve ser agradável, especialmente nos momentos que antecedem o sono, contribuindo para um processo mais eficiente de adormecimento.

Valiensi resume seus principais conselhos em três pilares. O primeiro é manter uma rotina regular, com horários consistentes para dormir e acordar, medida considerada essencial, sobretudo para pessoas com insônia. O segundo é a exposição diária à luz solar, de preferência sempre no mesmo horário, ajudando a regular o ritmo biológico. Por fim, a prática de atividade física deve ocorrer durante o dia, já que exercícios à noite podem retardar o início do sono.

Conheça os três segredos para dormir bem à noite
Conheça os três segredos para dormir bem à noite

A neurologista também alerta para a ideia de “compensar” noites mal dormidas, comum em períodos como férias. Segundo ela, não é possível recuperar integralmente o sono perdido em poucos dias, exceto em casos leves de privação, mais frequentes entre jovens.

Sobre o consumo de álcool antes de dormir, Valiensi explica que, embora uma taça de vinho possa induzir o sono, o efeito tende a ser prejudicial ao longo da noite. Isso porque o álcool favorece a fragmentação do descanso e pode agravar quadros como a apneia.

Outro ponto destacado é a mudança no padrão de sono ao longo da vida. Com o envelhecimento, o ritmo circadiano se altera, levando muitas pessoas a dormirem e acordarem mais cedo. Além disso, o sono tende a se tornar mais fragmentado, especialmente quando associado a condições como dor crônica — fatores que, segundo a especialista, não dependem apenas da idade, mas também das condições do ambiente em que se dorme.





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