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Chris Landry, um canadense que vive legalmente nos Estados Unidos desde os três anos de idade, foi impedido de reentrar no país após férias com seus filhos no Canadá. O caso aconteceu na fronteira de Holton, no Maine, onde agentes questionaram antigas condenações do residente permanente, uma por posse de maconha, em 2004, e outra por dirigir com a carteira suspensa, em 2007.
Apesar de ter cumprido todas as exigências legais à época, como multa e sentença suspensa, Landry foi informado de que sua entrada seria negada. “Disseram: ‘Não volte ou vamos detê-lo’”, relatou ele à NBC News, já em solo canadense, na província de New Brunswick.
Landry tem cinco filhos, todos cidadãos americanos. Três deles o acompanhavam na viagem. Ele afirma que agora só poderá voltar aos Estados Unidos se for autorizado por um juiz de imigração. “Meu futuro agora é incerto, e temo passar o resto da vida no Canadá”, disse.
Canadense, após apoiar Trump e ser barrado de voltar para os EUA, diz que agora pensa diferente sobre ele (Foto: Alex Wong / Getty Images)
Canadense diz que pensa diferente
Mesmo sem poder votar por não ser cidadão, ele se identificava como apoiador de Donald Trump. “Eu era totalmente a favor do ‘Make America Great Again’, acreditava em um país forte e unido e num futuro brilhante para meus cinco filhos americanos, mas agora eu penso diferente”, declarou.
Em nota, o Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras (USCBP) afirmou que a residência permanente é um privilégio e pode ser revogada em caso de violação das leis.
A agência também destacou que residentes com antecedentes criminais podem ser detidos ou obrigados a comparecer a audiências de imigração, “Possuir um green card é um privilégio, não um direito, e, segundo as leis do nosso país, o governo tem autoridade para revogar o green card se as leis forem violadas ou abusadas.”, disseram.



