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O Brasil de Fato e a Agência Informativa Latinoamericana Prensa Latina realizaram um encontro, em Havana, capital cubana, para fortalecer a parceria estratégica entre os dois veículos. A iniciativa representa uma aposta na troca de experiências e conteúdos jornalísticos que, com voz própria, narram a realidade do Sul Global a partir de uma perspectiva comprometida com a verdade e com a luta dos povos na construção da igualdade e da justiça social.
A reunião ocorreu nesse sábado (18) com a participação da diretora-executiva do BdF, Nina Fideles, e do presidente da Prensa Latina, Jorge Legañoa Alonso. O encontro aconteceu durante o festival “Granma-Rebelde: 60 anos de voz e Revolução”, evento jornalístico que reuniu cerca de 20 veículos de mídia cubanos e internacionais para celebrar as seis décadas dos jornais cubanos Granma e Juventud Rebelde.
Durante a reunião, tanto Fideles quanto Legañoa Alonso destacaram a importância estratégica de construir colaborações que fortaleçam a unidade necessária para ampliar a divulgação de análises e debates críticos. Eles destacam que esse esforço se dá em um contexto em que a disseminação em massa de fake news é usada cotidianamente como uma ferramenta política por segmentos da direita.
Para a diretora-executiva do Brasil de Fato, Nina Fideles, aprofundar a parceria representa um passo importante para ampliar o intercâmbio de informações e análises com uma ótica popular produzidas no Brasil, de modo que possam chegar a públicos de outros países. Da mesma forma, significa aprofundar os esforços do Brasil de Fato para retratar a realidade internacional a partir de uma visão popular e para mostrar o que acontece em Cuba, assim como a solidariedade que a Revolução Cubana oferece aos povos do mundo.
Prensa Latina
A agência Prensa Latina conta atualmente com 39 escritórios em diferentes partes do mundo. Foi fundada em 16 de junho de 1959, poucos meses após o triunfo da Revolução Cubana, por iniciativa de Fidel Castro e de Ernesto “Che” Guevara. A criação do veículo respondia à necessidade de combater o cerco midiático e a desinformação que as grandes agências internacionais praticavam sobre a realidade da América Latina e do Caribe, bem como sobre o conturbado processo político que a ilha caribenha atravessava.
Na fundação, a direção da agência ficou a cargo do jornalista argentino Jorge Ricardo Masetti. A agência foi pioneira na difusão de notícias a partir do olhar da América Latina e do Caribe. Ao longo de mais de seis décadas, a Prensa Latina tem sido testemunha e narradora da história latino-americana: desde a Crise dos Mísseis em 1962 e a denúncia dos crimes das ditaduras militares no Cone Sul, até as resistências dos movimentos sociais e os diversos processos de integração regional, como a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba) e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
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Fonte: Brasil de Fato



