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A próxima terça-feira (7) marca os dois anos da operação Dilúvio de Al-Aqsa, quando grupos de resistência palestina conduziram ofensivas dentro do território israelense. Nesta data simbólica, manifestantes convocaram um ato unificado em frente à Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, a partir das 9h, em solidariedade ao genocídio na Faixa de Gaza e em defesa do rompimento das relações entre o Brasil e Israel.
Cerca de 200 pessoas dos comitês de solidariedade ao povo palestino do Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais estarão presente na mobilização. Logo após o ato em frente à embaixada, os manifestantes irão se dirigir ao Itamaraty onde será entregue um documento solicitando um posicionamento mais firme do governo brasileiro frente à situação. Um grupo também será recebido no Palácio do Planalto para entregar o manifesto.
Sayid Tenório, vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal), destaca que o ato é uma forma de provocar o governo brasileiro a posicionar de maneira mais enfática sobre a situação em Gaza.
“O Brasil tem que romper com esses convênios [com Israel] como uma forma de demonstrar o seu apoio efetivo ao povo palestino que há 77 anos enfrentam uma ocupação colonial e um apartheid que supera o da África do Sul”, defende.
Desde 2023, o conflito em Gaza registrou quase 55 mil mortes, a maioria de mulheres e crianças. Além de bombas, toda a população de mais de 2 milhões de pessoas do território enfrenta risco severo de desnutrição, porque Israel impede a entrada de comida. Já foram registradas centenas de mortes relacionadas à fome, a maioria de crianças pequenas e idosos.
Depois da entrega dos documentos ao governo, em Brasília, será realizada uma plenária com representantes dos comitês na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF (Sindsep-DF) às 15h.
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Fonte: Brasil de Fato



