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Começa nesta terça-feira (21), a 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBT+, que deve reunir milhares de pessoas em Brasília (DF). O evento segue até sexta-feira (24) e vai trazer debates essenciais para ações voltadas a essa população.
Com o lema Construindo a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBT+, o encontro se propõe a ser uma espaço de escuta e diálogo ativos. O objetivo central é aprofundar e propor diretrizes efetivas e que façam a diferença em questões cruciais para o setor.
As conferências começaram a acontecer no Brasil em 2008 e tiveram três edições desde então. A segunda e a terceira ocorreram em 2011 e em 2016, respectivamente. De lá para cá, nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), nenhum encontro foi realizado.
Com o fim do hiato de 9 anos, a pauta de 2025 traz a perspectiva de retomar o diálogo sobre a promoção de direitos humanos e da cidadania plena, o combate à discriminação estrutural e como temas de urgência social e popular, como a violência e o desemprego, afetam amplamente a população LGBT+.
Neste ano, os trabalhos da conferência serão estruturados em torno de quatro eixos norteadores, que refletem essas demandas. Além das questões relativas ao acesso ao trabalho e combate à discriminação, estão na lista também a interseccionalidade e a interncionalização e a institucionalização da política.
As temáticas são consideradas fundamentais para que o Plano Nacional de Promoção dos Direitos Humanos e da Cidadania das Pessoas LGBT+ seja efetivamente tirado do papel.
Na programação da Conferência estão painéis de discussão, grupos de trabalho (GTs), uma aula magna e diversas atividades autogestionadas. Esses espaços serão o palco para a elaboração de propostas concretas e de projeções necessárias no campo dos direitos humanos.
A Plenária Final do encontro está marcada para sexta-feira (24). O conjunto de propostas elaboradas para nortear a Política Nacional será formalmente concluído e apresentado durante o evento.
Construída a partir de mobilizações preparatórias que reuniram 21 mil pessoas ao longo do primeiro semestre em todo o Brasil, a Conferência contará com militantes, organizações da sociedade civil, representantes do poder público, entidades internacionais, instituições e com o setor empresarial.
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Fonte: Brasil de Fato



