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sexta-feira, 1 maio, 2026
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Alcolumbre e Motta são os políticos com pior avaliação dos brasileiros, diz AtlasIntel

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Pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (30) aponta que os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal são os políticos com pior avaliação entre os brasileiros. Hugo Motta (Republicanos-PB) registra apenas 2% de aprovação, enquanto Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) aparece com 3%.

A rejeição aos dois parlamentares é elevada: 87% no caso de Motta e 81% para Alcolumbre.

O levantamento avaliou a imagem de 13 figuras públicas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lideram em aprovação, com 45% cada. Ainda assim, os três também enfrentam maioria de avaliações negativas, variando entre 51% e 53%.

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), pré-candidato ao governo de São Paulo, aparece tecnicamente empatado com Lula e Bolsonaro, com 44% de aprovação — mesma taxa do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Flávio Bolsonaro, que deve disputar a Presidência, tem 42% de aprovação, um ponto percentual abaixo do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

A atual primeira-dama, Janja da Silva, ocupa a 10ª posição, com 33% de avaliação positiva, à frente apenas de Hugo Motta, Davi Alcolumbre e do pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão), que tem 17%.

A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril, por meio digital. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.

Além da avaliação de políticos, o estudo também abordou temas econômicos. Sobre a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, 55,7% dos entrevistados se disseram favoráveis, enquanto 39,5% são contrários e 4,8% não souberam opinar.

O apoio é mais expressivo entre jovens de 16 a 24 anos, com cerca de dois terços favoráveis à mudança. Pessoas com ensino superior completo e renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 5.000 também tendem a apoiar a medida.

Outro tema analisado foi a regulação das apostas esportivas. A maioria dos entrevistados vê o setor de forma negativa: 63,2% consideram que ele traz apenas prejuízos, enquanto 23,5% avaliam que os danos superam os benefícios. Apenas 0,6% enxergam impactos positivos.

Para 35,3% dos participantes, o governo Lula é o principal responsável pela expansão das apostas no país. Já 26,2% atribuem essa responsabilidade ao governo Bolsonaro, e 11,8% ao Congresso Nacional.

Os entrevistados também defendem maior tributação para as empresas do setor e restrições à publicidade, além de criticarem o acesso facilitado de menores às plataformas.

Sete em cada dez brasileiros acreditam que o crescimento das apostas contribui para o endividamento da população, e oito em cada dez afirmam que elas não devem ser vistas como alternativa de renda.

Ainda sobre a situação financeira, cerca de um terço dos entrevistados declarou estar com o nome negativado.





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