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segunda-feira, 16 fevereiro, 2026
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Ibovespa sobe levemente, dólar recua e bancos respiram

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O mercado brasileiro encerrou esta quarta-feira (20) em clima de recuperação após a forte queda registrada ontem. O Ibovespa avançou 0,17%, alcançando 134.666 pontos, em um movimento mais de correção do que de euforia.

O dólar comercial também perdeu força e caiu 0,49%, cotado a R$ 5,47, enquanto os juros futuros recuaram em toda a curva. Já o bitcoin manteve estabilidade, negociado a R$ 625,2 mil.

Destaques do Ibovespa

Depois de puxarem a forte queda do índice na véspera, os bancos registraram pequenas altas, refletindo uma visão de que o pior pode ter passado.

Banco do Brasil (BBAS3): +0,30%
Bradesco (BBDC4): +0,32%
Itaú Unibanco (ITUB4): +0,06%
Santander (SANB11): +2,08%

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, reconheceu a complexidade da atuação da Justiça dos EUA em relação a bancos brasileiros que operam no país, o que ajudou a aliviar parte da pressão sobre o setor.

As ações da Petrobras (PETR4) fecharam em alta de 0,60%, impulsionadas pelo avanço do petróleo no mercado internacional.

Já a Vale (VALE3) caiu 0,45%, acompanhando a desvalorização do minério de ferro.

Outras movimentações

Magazine Luiza (MGLU3): -2,62%
Ambev (ABEV3): +0,25%
Gerdau (GGBR4): -1,29%
Simpar (SIMH3): destaque positivo, com salto de 10,05% após a venda bilionária de uma controlada.
Frigoríficos: BRF (-0,35%) e Marfrig (-3,16%) caíram após pedido de vistas no Cade sobre fusão. Minerva (BEEF3) destoou e subiu 1,71%.

Cenário externo

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street voltaram a mostrar fraqueza, refletindo incertezas fiscais e a pressão política do ex-presidente Donald Trump sobre o Federal Reserve. O republicano voltou a criticar Jerome Powell, acusando o Fed de travar o setor imobiliário.

Na Europa, os mercados fecharam em alta, apoiados em dados de inflação dentro da meta do BCE. Já a China manteve suas taxas de juros inalteradas e reforçou a compra de soja brasileira, o que favorece o agronegócio nacional.

Nesta quinta-feira (21), investidores estarão atentos à divulgação dos PMIs nos EUA, Europa e Ásia, além de novos sinais sobre a política monetária global. No Brasil, os ruídos na relação com os EUA seguem no radar e podem continuar trazendo volatilidade.



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