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O Ibovespa contrariou o viés negativo de Wall Street nesta terça-feira (29) e fechou em alta de 0,45%, aos 132.725,68 pontos, impulsionado pelo avanço nas tratativas comerciais entre Brasil e Estados Unidos. O dólar à vista recuou 0,36%, cotado a R$ 5,5695.
No radar dos investidores, ganharam destaque as declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre um “plano de contingência” para enfrentar eventuais tarifas impostas por Washington — sem romper acordos da OMC (Organização Mundial do Comércio) ou tensionar relações com a Casa Branca.
Já o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luis Rua, afirmou que o governo trabalha em duas frentes para encontrar uma “solução” para o tarifaço.
O clima nos mercados também foi moldado pela expectativa em torno da “Superquarta”: o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central deve manter a Selic em 15% ao ano, enquanto o Fed (Federal Reserve, o banco central estadunidense) tende a preservar os juros entre 4,25% e 4,50%.
Na esfera corporativa, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) impulsionaram os ganhos do Ibovespa na esteira do petróleo Brent. A Embraer (EMBR3) liderou os ganhos com a expectativa de que a companhia seja “poupada” do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.
Mercado externo
As bolsas de Wall Street se desanimaram com a notícia de que as negociações comerciais entre China e Estados Unidos entraram no modo espera. Enquanto isso, aguardam para amanhã a decisão sobre os juros do banco central estadunidense e a divulgação de balanços trimestrais das big techs, além de mais dados do mercado de trabalho.
O Dow Jones caiu 0,46%, aos 44.632,99 pontos; o S&P 500, -0,30%, aos 6.370,89 pontos; e o Nasdaq, -0,38%, aos 21.098,29 pontos.



